terça-feira, 8 de setembro de 2009

A Política local, a mentalidade das formigas carreiristas e o apelo à mudança

“Os gregos antigos ( tipos sagazes e destemidos (…) chamavam idiotés ao indivíduo que não se metia em política; a palavra significava pessoa isolada, sem nada para oferecer aos restantes, obcecada pelas pequenas coisas de ordem doméstica e, afinal de contas, manipulada por toda a gente. ”

Fernando Savater, Política para um Jovem, Lisboa Presença, 1993


Não é preciso explicar o que hoje significa a palavra idiota. Não sejas, pois, idiota! A política implica um acordo com os demais. Implica estabelecer a mudança - alimentada pelo sonho e a dedicação – para criar sinergias capazes de fazer a diferença.

Primeiro, é o olhar de desconfiança. A raiz da política local está estruturada no hábito e na mesma idade. A mentalidade dos “velhos do Restelo” impera e ameaça amuralhar a mudança que representamos. A mudança incomoda e a juventude também.

É tempo de olhar analiticamente a freguesia que fomos (determinada, corajosa, alimentada por ideais), a freguesia que somos (anquilosada no tempo, sem ideias ou ideais) e a freguesia que podemos ser e construir.

Em política, como sagazmente escreveu Albert Camus, “ são os meios que devem justificar os fins”, não como tem sido apanágio, os meios que têm vindo a ser usados pela política local, justificam que escolham a mudança. A juventude tem como horizonte a obra factível, a cultura e o bem-estar social.

Maria Pacóvia

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

VÍDEO DE EMBALAR

Bustos tem muito para descobrir.
E muito mais para resolver.

sábado, 5 de setembro de 2009

A referência, a mentalidade, o apelo e a ameaça...

“formiga no carreiro [tem andado] em sentido contrário”. A imagem faz todo o sentido para definir a política local que tem vindo a ser praticada na nossa comunidade. Contudo, apesar das muitas esperanças perdidas e de uma acção política inconsequente, é tempo de alicerçar uma política no bem comum, na história local e no desenvolvimento da comunidade bustuense.

É tempo de dizer não ao carreirismo dos usuais políticos locais, sempre tão inclinados para fazer o mesmo, mudar para o igual e continuar o habitual (pouco ou nada), desculpando-se que a falta de dinheiro nada permitir fazer. As nossas pessoas têm o Reizinho na Barriga, e pensam ser sempre os melhores e estar junto dos melhores e são todos os melhores, mas no final mudam as caras mudam os reizinhos, mudam as moscas, mas só o que devia mudar é que não muda...

Somos o que se vê e constatamos que só mudamos quando se deixar de olhar para as glórias do passado com saudosismos e nos congregarmos para construir um futuro sustentado no trabalho colectivo, na vontade de agir para mudar. Urge fazer, não pensar fazer. Sermos formigas a trabalhar para uma cultura política com vontade de dizer e fazer Bustos do futuro e com futuro para todos.
Bustos carece tanto de infra-estruturas como de mudança de mentalidade. Não temais a mudança e a união ainda faz a força... Não só de ideias vive o homem. Ter ideias não basta. É imperioso sentarmo-nos à mesma mesa, ter ideais compartilhados, menos alimentados pelos ideários dos partidos do que pela sinergia dos nossos esforços conjugados em prol de Bustos.

Bustos em 1.º é mais do que um slogan. É o símbolo da nossa determinação de construir uma mudança significativa e com significado, visto representarmos uma cultura política cimentada na realidade, destituída de utopias.

E se nada fizermos para mudar seremos uma colectividade de “velhos do Restelo” com pouco mais que umas memórias penduradas em estruturas gastas pelo acção do tempo, incúria pelo bem público, falta de carinho, desprezo pelo mudança e menosprezo pela cultura. O passado remoto dos homens que construíram e modelaram Bustos é exemplo a seguir. As formigas que do passado recente devem continuar no caminho dos que querem construir um Bustos de referência.
Nós não olhamos a meios para conseguir os fins. Somos um meio, isso sim, para restituir a Bustos a vitalidade perdida, instaurar o orgulho na comunidade que somos.

João Pedreiras

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

XÉ, MININO...

...FALA POLÍTICA!
...FALA POLÍTICA!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O PRIMEIRO

Eu sou o 1º!
E quero BUSTOS em 1º!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

BUSTOS EM 1º: o gesto é tudo

Dois gestos marcaram o aparecimento da lista de candidatos pelo PS à Assembleia de Freguesia de Bustos:
1º - A argolada de dois partidos e dos seus aparelhos, que quase ia deixando sem representação local uma força política que, ao nível do concelho, é mais do que uma charneira: é uma referência, respeitada e desejada por quem nos conhece de perto.
2º - O gesto simbólico e formal do sorteio ocorrido na sala de audiências dos Juízos de Oliveira do Bairro da Comarca do Baixo Vouga: calhou em sortes que o PS ficasse em 1º lugar nos três boletins de voto para as Autárquicas de 11 de Outubro (As. de Freguesia, As. Municipal e Câmara).
O 2º gesto

Estes dois gestos desencadearam um 3º, que não imaginava pudesse tocar-me, ainda por cima na pele de padrinho: no turbilhão do derradeiro fim-de-semana anterior a 17 de Agosto, eis que surge do nada um verdadeiro exército de jovens a oferecer-se para fazer a diferença. Mais um dia tivéssemos para trabalhar a lista e o exército engrossaria até perder de vista!
O que pretendiam e pretendem esses jovens da terra?
- Demonstrar aos (às) Bustuenses que têm projectos, ideias e que defendem valores decisivos para recolocar Bustos no mapa, para pôr Bustos em 1º.
- Arrumar de vez com o método estafado e mil vezes repetido de fazer e viver a política.
- Acabar com a pantomineirice do costume: prometer o que não se vai cumprir e prometer também o que os próprios se esqueceram de cumprir nos mandatos anteriores.

Esta gente nova, informada e sabedora do que está mal e do que faz falta fazer, quer intervir.
Quer e merece ocupar o lugar duma geração que se recusa a ir embora. Duma geração cheia de maus hábitos, de vícios, de exercícios de estilo e de maneirismos de que devia envergonhar-se. Da geração do "viró disco e toca o mesmo".
Há uns anos, um famoso comentador político acusou os jovens de pertencerem a uma "geração rasca". Falei disso AQUI e volto a assinar por baixo.
Ao que contrário do que muitos (ainda) pensam, esta gente jovem e bem formada vai demonstrar que pertence a uma geração de ouro.

A uma geração que quer BUSTOS EM 1º!
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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Quem somos nós, candidatos à Assembleia de Freguesia


O BUSTOS EM 1º apresenta a lista completa dos candidatos à eleição para a Assembleia de Freguesia de Bustos.
Aceitámos candidatar-nos sob a bandeira do Partido Socialista na condição de mantermos a nossa independência.
Respeitamos os partidos, mas a nossa luta não é partidária.
Só conhecemos uma bandeira: a bandeira da Freguesia.
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Efectivos:

1 – Maria de Lurdes Sequeira dos Santos Francisco Aires; 47 anos, doméstica, R. 18 de Fevereiro, 118 (Independente)
2 – Diana Liberal Guedes: 24 anos, psicóloga, R. Luís de Camões, 7 (Independente).
3 – João Nuno Duarte Pedreiras; 19 anos, R. da Picada, 10 (Independente)
4 – Sara Tavares Santos; 25 anos, gestora de hotelaria, R. do Cabeço, 94 (Independente)
5 – Andreia da Silva Martins de Oliveira; 21 anos, estudante de Finanças, R. Dr. José Gregório Hernandez, 17 (Independente)
6 – Bruno Miguel Pato Pereira; 28 anos, licenciado em engenharia mecânica e gestão industrial, R. da Fonte, 2 (Independente)
7 – Elsa Maria Vilar dos Santos; 42 anos, vendedora, R. Dr. José Gregório Hernandez, 51 (Independente)
8 – Sara Filipa Ferreira Portovedo; 22 anos, licenciada em sociologia, R. do Coval, 9 (indicada pelo PS)
9 – Humberto Domingues Oliveira; 25 anos, estudante universitário, R. 18 de Fevereiro, 116 (Independente)

Suplentes:

1 – Clifton Rodrigues Gala; 25 anos, enfermeiro, R. de S. João, 4 (Independente).
2 – Gina Maria Ferreira da Silva; 52 anos, esteticista, Av. S. Lourenço, 13 (Independente).
3 – Lúcia Maria Rodrigues de Oliveira Luzio; 47 anos, auxiliar de acção médica, R. Cabo do Aido, 6, r/c (Independente).
4 – João Maria Alves; 65 anos, aposentado, R. do Cabeço, 95 (Independente).
5 – Jorge Humberto Santos Reis Pedreiras; 49 anos, empresário agrícola, R. da Póvoa, 17 (Independente).
6 – Dina Eugénia Reis da Costa; 59 anos, assistente social, R. Silva Ferreira, 8, cave, centro, Coimbra (Independente).
7 – Fernando Manuel da Silva; 59 anos, construtor civil de acabamentos, R. Manuel Francisco Rei, 11 (Independente).
8 – Dorinda da Silva Vieira dos Reis; 58 anos, médica, R do Sobreiro, 99 (Independente).
9 – Henrique Manuel Pereira de Oliveira; 52 anos, operário fabril, R. da Rainha, 77 (proposto pelo PS).
10 – Maria de Lurdes da Cunha; 72 anos, doméstica, R. N.ª Senhora das Necessidades, 23 (Independente).
11 – Sérgio Simões Pato; 46 anos, auxiliar de acção educativa, R. da Fonte, 4 (Independente).
12 – Vítor Manuel da Silva Carvalho; 45 anos, canalizador, R. do Arneirinho, 19 (Independente).